domingo, 24 de maio de 2009

sábado, 16 de maio de 2009

Muitas palavras, e a soluções ?


Gostei muito do programa. Mas infelizmente ninguém deu uma solução.
Mas á uma solução o que não á é vontade politica e coragem também, para falar verdade.
Á muitos cães e gatos, e eu não estou a espera que os portugueses modem a sua maneira de ser, por isso a única solução e a mais barata para o governo era, uma lei simples.
A obrigação da esterilização de todos os animais de companhia que não pertencem a criadores autorizados.

Em menos de 10 anos não teríamos animais suficientes para haver abandonos.
Os criadores de animais de companhia seriam regulamentados, e fiscalizados.
Acabávamos com os criadores de vão de escadas e sem condições.
O sistema de chip acabava, e passávamos a ter um sistema de ADN, pago pelos criadores.
A esterilização dos animais, já estaria incluído no preço de compra ao criador.

E porque uma solução tão simples não vai para a frente

Uma das rações é que acabavam todas as associações de animais abandonados.
Também acabavam os canis municipais.
Porque os governos não tem coragem politica.
Porque a soluçam custaria um bom dinheiro ao governo numa forma inicial, pois o pagamento da esterilização dos animais que já existem, teria que ser o governo a suportar.

Eu não sei porque mas, a verdade é que estamos a anos a ver animais a serem massacrados e ninguém da uma solução que resolva o problema de vez.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Boas e Más noticias


Tenho boas e más noticias as boas é que a antena 1, falou sobre este circo e as más condições dos animais.
As más noticias, é que eles vão poder realizar os espectáculos.
Mas para perceberem melhor, é só ouvir este vídeo.




video



Já agora agradeço aos jornalistas da antena 1, que deram destaque a esta noticia principalmente a equipa do programa Portugal em Directo


quinta-feira, 14 de maio de 2009

Continua a “luta” contra o circo com animais selvagens




Parece que está resultar os email para a Câmara Municipal de Sintra, pelo menos eles respondei aos email.
Apesar de eles continuarem no mesmo local com os animais, ainda não montaram a grande tenda do circo.
Eu ontem fiz uma queixa, contra as condições dos animais na Câmara e também na Policia Municipal, sabem o que aconteceu? Hoje logo pela manha a Policia Municipal estava a multar todos os carros que estavam em cima dos passeios, mesmo ao lado do circo.
Hoje deixo mais fotos com melhor qualidade do que as do post anterior. E peço que continuem a enviar email para a Câmara Municipal de Sintra, para que um dia consigamos ter uma sociedade onde os circos sejam todos como o Circo do Soleil.



4 animais enfiados dentro de jaulas minúsculas – onde a lei diz que o mínimo de espaço é de 9 metros por 12.



eles continuam a anunciar que vão realizar espectáculos com animais selvagens

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Não ao circo com Animais Selvagens

Excelentíssimo Senhor Presidente da Câmara de Sintra Fernando Seara, Policia Municipal de Sintra, Assembleia Municipal de Sintra e Veterinários Municipais.
Venho por este meio, pedir que se faça cumprir o Regulamento de Animais do Município de Sintra, principalmente o Artigo nº 68 e 69.
No dia 13 de Maio de 2009 está a ser montado um circo com animais selvagens, na Urbanização da Cavaleira, que fica em Algueirão conselho de Sintra.
E esse circo está anunciar espectáculos de circo com animais selvagens para os dias 16 e 17 de Maio de 2009.
As condições alojamento desses animais são péssimas, e o sofrimento e bem estar desses animais está em causa. Por isso peço, que não permitem a realização desse espectáculos e também a presença desses animais em condições não dignas.
Sem outro assunto, agradeço a vossa atenção.


Para quem e a favor de uma sociedade, que protege e dignifica os animais.
Peço que enviem e divulguem esta ou outra carta para os seguintes email.


Para que os circos com animais selvagens, não consigam realizar espectáculos.



Fotos do Local



Artigos


Artigo 68º
Actividade circense1. Sem prejuízo do disposto na lei e no Regulamento Municipal de Licenciamento do Exercício daActividade da Realização de Espectáculos ou Manifestações Desportivas e de Divertimentos Públicos, ascondições de alojamento e maneio de animais com fins circenses no Município de Sintra, são asseguintes:a) Durante o período de actividade circense, o circo deve dispor de recintos que permitam uma áreade exercício diário adequada às espécies animais que mantém, recomendando-se para os carnívorosde grande porte as dimensões mínimas de 6 m por 12 m de área ou 12 m de diâmetro ;



b) Durante o período de inactividade dos circos, em especial dos itinerantes, os animais devem ser
descarregados dos contentores de transporte e mantidos em alojamentos adequados ;
c) Os alojamentos referidos na alínea anterior devem dispor de área suficiente ou de recintos que
permitam que os animais façam exercícios físicos diários adequados às espécies, sendo
recomendadas para os carnívoros de grande porte as seguintes dimensões: 6 m por 12 m de área ou,
em alternativa, 12 m de diâmetro ;
d) Nos alojamentos referidos na alínea b) devem ser previstas estruturas e objectos que permitam
enriquecer o meio ambiente, tais como prateleiras, poleiros, esconderijos, ninhos e material para
entretenimento dos animais, adequados às espécies e ao seu grau de desenvolvimento, consoante se
trate de adultos, jovens ou fêmeas com as suas ninhadas.


2. O Município, através de deliberação do órgão executivo ou decisão do Presidente da Câmara, em casode urgência, pode, na sequência de proposta do Médico Veterinário Municipal, interditar a instalação docirco na sua área de circunscrição, caso se verifique o incumprimento de qualquer das normas do númeroanterior.3. Compete à Polícia Municipal e às demais autoridades policiais, assegurar o cumprimento dadeterminação prevista no número anterior.4 - Sem prejuízo do disposto na lei sempre que objectivamente se verificar uma violação de qualquer dasnormas constantes das alíneas a) a d) do número 1 do presente artigo, a conduta é sancionável contraordenacionalmente.


Artigo 69º
Realização de espectáculos com animais1. A realização de espectáculos com fins comerciais, desportivos, beneméritos ou outros, em que estejamenvolvidos animais, respeita o disposto na Lei e nos Regulamentos Municipais.2. O apoio institucional ou a cedência de recursos, por parte da Autarquia, para a realização deespectáculos com animais, fica condicionada pela não existência de actos que inflijam sofrimento físicoou psíquico, lesionem ou provoquem a morte do animal.

domingo, 10 de maio de 2009

Estou irritado com migo mesmo

Infelizmente por estupidez minha não fui hoje á Maratona Carlos Lopes.
Como estou muito irritado com a minha pessoa, não da para explicar as razões neste momento.
Mas tem tudo haver com o esquecimento do meu telemóvel em casa.

sábado, 9 de maio de 2009

Flores


Maratona Carlos Lopes


Hoje fui buscar o meu dorsal, para a maratona Carlos Lopes.
Tive que ire ao Pavilhão de Portugal, que fica no Parque das Nações.
Mas já cá canta, a minha t-shirt o papelinho com o numero. Como podem ver na foto o numero que me calho foi o 2201, isto quer dizer que vão muitas pessoas a esta maratona, ainda bem assim tenho algumas hipóteses de não ficar em ultimo.
Para que já não pega na bicicleta á mais de 4 messes e ire fazer uma maratona, sem poder fazer um dia de treino se quer, vai ser para ire com muita calma.
Só espero que ainda me lembre como é que se anda de bicicleta.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Cães
















Este é o diploma que os nossos políticos chumbaram

Grupo Parlamentar Bloco de Esquerda

Projecto de Resolução nº 442/X

RECOMENDA AO GOVERNO A PROIBIÇÃO DA UTILIZAÇÃO DE ANIMAIS SELVAGENS EM CIRCOS

Exposição de motivos:
A arte do circo sempre ocupou um lugar no imaginário das pessoas, em particular junto dos mais novos. A habilidade dos acrobatas e equilibristas ou o dom do riso dos palhaços fazem parte das artes circenses ainda hoje tão admiradas pelo público.
Nas últimas décadas, em vários países do mundo e em Portugal, tem-se assistido à tendência crescente dos espectáculos de circo abandonarem o uso de animais, apostando-se cada vez mais no que se designa por “novo circo”.
A maior sensibilidade da sociedade, nomeadamente dos mais jovens e crianças, perante as condições de manutenção dos animais no circo e a sua presença em actuações que os forçam a adoptar comportamentos contrários à sua natureza, especialmente dos selvagens, tem levado ao declínio do circo com animais.
O “novo circo” fez a opção artística de valorizar as artes que não utilizam animais e esta tem sido uma fórmula de sucesso na atracção de várias gerações de público, sobretudo das mais novas. A actividade ganhou um novo fôlego e capacidade de permanência num contexto de oferta cultural cada vez mais diversificada e competitiva.
A preocupação crescente com o bem-estar animal
Ao nível internacional e europeu têm sido crescentes as preocupações com o bem-estar animal e a preservação das espécies selvagens e dos seus habitats, o que tem tido reflexos em termos de legislação e na sua incidência em Portugal.
Refira-se a Declaração Universal dos Direitos do Animal, aprovada pela UNESCO e a ONU em 1978, a qual reconheceu a necessidade de respeitar o bem-estar e natureza dos animais, em especial dos selvagens. E ainda o Tratado de Amesterdão, aprovado pela Resolução da Assembleia da República n.º 7/99, o qual incluí o Protocolo Relativo à Protecção e ao Bem-Estar dos Animais que afirma o interesse em garantir uma protecção reforçada e um maior respeito pelo bem-estar dos animais. Existem ainda várias directivas comunitárias transpostas para o direito nacional sobre o bem-estar animal, mas nenhuma delas se aplica convenientemente às características da actividade circense, nomeadamente na protecção dos animais selvagens.
São estas preocupações crescentes com o bem-estar animal e a própria realidade associada à actividade circense que levaram a que vários os países ou cidades adoptassem legislação que proíbe ou restringe a utilização de animais em circos, sobretudo dos selvagens, como é o caso da Áustria, Dinamarca, Finlândia, Suécia, Grécia, França, Hungria, República Checa, Canadá, Austrália, Costa Rica, Argentina, Brasil, Índia, Israel, Singapura.
A vida dos animais selvagens nos circos
No caso das actividades circenses, e para os propósitos do presente projecto de resolução, parece-nos conveniente fazer a distinção entre a utilização de animais domésticos e animais selvagens, uma vez que os primeiros podem ter uma capacidade de adaptação e relacionamento social com o ambiente do espectáculo e as actividades artísticas que possibilita a garantia do seu bem-estar, o que é impossível de todo em relação aos animais selvagens.
A utilização de animais selvagens nos espectáculos circenses significa que estes têm de ser treinados para contrariar os seus instintos naturais de forma a obedecerem aos humanos (em especial ao treinador) e a executarem performances que nada têm a ver com o seu comportamento na natureza, como seja enfrentar o fogo, andar de bicicleta, entre tantas outras. Este treino apenas é possível ser feito através da violência, já que se trata de sujeitar os animais selvagens a situações que lhes são naturalmente hostis e de condicionar a sua reacção natural (a fuga ou o ataque). Existem muitos casos reportados de crueldade e de utilização de instrumentos e práticas violentas (chicotes, barras de ferro, choques eléctricos, entre outras) que têm como finalidade condicionar o comportamento animal e punir qualquer sinal de desobediência.
Manter animais selvagens nos circos significa também que estes são sujeitos a condições de acondicionamento e transporte amplamente precárias, em virtude das características itinerantes da própria actividade circense.
Os alojamentos em que os animais são mantidos são concebidos para serem facilmente transportados, sem o espaço necessário para os animais se exercitarem ou manifestarem qualquer tipo de comportamento natural. Os animais passam a larga maioria do tempo confinados a espaços pequenos, frequentemente sem as condições mínimas de higiene (é aqui que os animais se alimentam, fazem os seus dejectos, dormem). É comum assistir-se a distúrbios comportamentais graves dos animais selvagens sujeitos a este tipo de condições, nomeadamente a repetição continuada dos mesmos movimentos, auto-mutilação, coprofagia, apatia, irritabilidade, entre outros. Em muitos casos a longa permanência nos alojamentos gera problemas crónicos de locomoção e, no caso dos animais de grande porte, normalmente presos com grandes correntes ou utensílios semelhantes, apresentam feridas e cicatrizes diversas. Esta é uma violência inadmissível perante as suas necessidades mais básicas.
Mesmo que os circos queiram dispor das melhores condições possíveis para albergar os animais selvagens, é-lhes impossível simular, mesmo que tenuemente, o habitat original da larga maioria das espécies, e muito menos das mais comuns que encontramos nos circos, como sejam, por exemplo, da família dos felinos, símios, ursídios. Além das espécies terem necessidades muito diferentes entre si, o facto de os circos passarem parte do seu tempo em viagem, transportando os animais de um lado para o outro, impossibilita que assim seja, constituindo também o transporte regular um factor de perturbação grande para os animais, bem como a mudança constante de local e condições climáticas. Nos circos é frequente assistirmos a alojamentos sobrelotados, de forma a facilitar o acondicionamento e transporte dos animais, como é também comum o desrespeito das necessidades sociais básicas das várias espécies (vida em comunidade ou isolamento), presenciando-se, muitas vezes, a proximidade de espécies não compatíveis entre si por uma questão de racionamento de espaço.
Esta é uma realidade inerente à própria actividade do circo que mostra a incompatibilidade existente entre o cumprimento da legislação de bem-estar animal e a permissão da sua manutenção e utilização nos circos.
Sinais contrários em termos de educação ambiental e conservação da natureza
O espectáculo do circo com animais selvagens é profundamente anti-pedagógico, principalmente numa época em que as preocupações ambientais e com o bem-estar animal são cada vez mais presentes e ganharam lugar próprio na legislação comunitária e nacional e nos conteúdos educacionais. Por exemplo, é profundamente contraditório estar a fazer educação e sensibilização ambiental, nomeadamente a jovens e crianças, para a necessidade de preservar os habitats e a biodiversidade, ao mesmo tempo que se permite a subtracção de espécies selvagens ao seu meio natural com a finalidade de as colocar a fazer performances que contrariam o seu comportamento natural. Este é um espectáculo que manipula o público e indu-lo em erro, pois apresenta uma ideia errada sobre o comportamento natural da espécie em actuação e omite o tratamento e treino a que os animais são sujeitos e as condições em que são mantidos.
Nem os circos são locais adequados para actividades de educação e sensibilização ambiental nem são capazes de promover a preservação das espécies. São extremamente raros os casos de reprodução de animais de circos, para além de que a forma como se obtêm as espécies selvagens nem sempre é lícita. O facto de existir uma actividade comercial que utiliza animais selvagens estimula o tráfico ilegal, prática reconhecida internacionalmente como criminosa, quer para substituir os animais que já não são lucrativos, quer para obter espécies que sejam novidade para o espectáculo. Recorrer aos circuitos legais, os jardins zoológicos, requer tempo (para as licenças e controlos) e preços elevados nem sempre atraentes para uma actividade em declínio, como nem sempre permite obter todo o tipo de espécies desejadas para trazer maior atractividade ao espectáculo e maiores receitas à actividade.
O relatório “Animais em circos: legislação e controlo na União Europeia”, realizado pela bióloga Leonor Galhardo, consultora do Eurogrupo para o Bem-Estar Animal, e publicado em 2005, conclui que nos cerca de mil circos existentes na Europa são utilizados muitos animais de espécies ameaçadas, classificadas para protecção e nascidas em meio selvagem.
Em relação aos cerca de 20 espectáculos com animais que existem em Portugal, o estudo conclui que são “maus” a nível do bem-estar dos animais utilizados, nomeadamente pelas condições em que são mantidos e a forma como são tratados pelos tratadores e treinadores. Refere a investigadora, em entrevista à Lusa, que "os animais têm as suas necessidades e dignidade próprias e o ambiente do circo não é o adequado para exibir a natureza dos animais", considerando que a única forma de respeitar as necessidades destes animais é a proibição da sua utilização em circos.
Perigo à saúde e segurança pública
Os circos com animais selvagens, devido ao facto de serem itinerantes, apresentam fragilidades em termos de segurança para o público mas também para os próprios animais. Existem vários relatos de ataques de animais ao público, a visitantes que se aproximam das zonas de alojamento e mesmo a fuga de animais do circo. Tome-se como exemplo o caso, ocorrido no final de Janeiro de 2008, em que dois tigres do circo Chen escaparam da carruagem de transporte de animais à entrada da cidade da Azambuja.
Os circos também não estão preparados para garantir boas condições de nutrição e saúde animal, pois não há uma vigilância veterinária permanente nem detêm os seus tratadores, de uma forma geral, conhecimentos técnicos formais sobre estas matérias. Deste modo, não é de menosprezar a possibilidade de o circo com animais selvagens ser um foco de doenças transmissíveis a outros animais e mesmo às pessoas, sobretudo porque não existe um sistema de vacinação eficiente para este tipo de animais.
Fundamentalmente, são estes os motivos que justificam a apresentação do presente projecto de resolução pelo Bloco de Esquerda. Hoje em dia, as preocupações internacionais e nacionais com a preservação das espécies selvagens e dos seus habitats, as quais têm levado à produção de muita legislação ambiental e de bem-estar animal e ao crescimento das actividades de educação e sensibilização ambiental, não são compatíveis com a manutenção e utilização dos animais selvagens em circos.

Assim, nos termos regimentais e constitucionais, a Assembleia da República, reunida em plenário, resolve recomendar ao Governo que:

1 – Proíba a manutenção e utilização de espécies de fauna selvagem em circos;
2 – Estabeleça os meios e a forma de executar a recondução das espécies de fauna selvagem actualmente mantidas e utilizadas nos circos para locais adequados à sua permanência, de acordo com as suas características e necessidades físicas e comportamentais, no prazo máximo de três anos;
3 – Atribua ao Instituto da Conservação da Natureza e Biodiversidade a responsabilidade pela garantia do bem-estar das espécies de fauna selvagem, até estar concluído o processo da sua recondução a locais adequados, período durante o qual será proibida a utilização das espécies em espectáculos.

Assembleia da República, 10 de Março de 2009
As Deputadas e os Deputados do Bloco de Esquerda,

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Somente o CDS-PP votou favoravelmente os três diplomas

Houve vários deputados do PS que contrariaram a posição do partido e votaram a favor dos diplomas ou se abstiveram, mas em número insuficiente para os fazer aprovar porque a oposição não esteve unida nesta matéria - somente o CDS-PP votou favoravelmente os três diplomas.
De acordo com socialistas contactados pela agência Lusa, a direcção parlamentar do PS estabeleceu um sentido de voto contrário aos projectos e disse aos deputados que se quisessem votar de outra forma teriam de a informar.
A proibição do uso de animais nos circos foi uma questão suscitada por uma petição que recolheu mais de cinco mil assinaturas para que o Parlamento aprovasse legislação nesse sentido.
O projecto do BE que recomendava ao Governo que proibisse da utilização de animais selvagens nos circos, estabelecendo meios para que "no prazo máximo de três anos" estes fossem reconduzidos "para locais adequados à sua permanência" foi chumbado pelo PS e pelo PSD, com a abstenção do PCP e do PEV.
Três deputados do PS votaram a favor do projecto de resolução do BE e cinco abstiveram-se, bem como um deputado social-democrata.
O projecto de lei do PEV para proibir "a aquisição, venda, troca ou cedência a qualquer título, detenção, manutenção, exibição, apresentação pública ou integração em espectáculos de quaisquer animais não-humanos selvagens" foi igualmente chumbado pelo PS e pelo PSD, com a abstenção do PCP.
Contudo, cinco socialistas votaram a favor e outros quatro abstiveram-se. Houve também dois sociais-democratas que votaram favoravelmente.
O diploma do PCP para reforçar a protecção dos animais utilizados nos circos foi o que obteve mais apoios no Parlamento, tendo sido chumbado apenas pelo PS, com a abstenção do PSD e do BE e recolhendo os votos favoráveis de oito socialistas e dois sociais-democratas.

Texto retirado do DN



Agora já sem em que partido politico votar nas próximas eleições.
Nunca pensem em votar no PP, mas a sua atitude, na defesa dos animais faz com que o meu voto vá para eles.
Sr. Paulo Portas, tem o meu voto garantido.

Parlamento vai debater proibição de animais selvagens nos circos

Esta tarde no Parlamento, a proibição de animais selvagens nos circos vai ser debatida pelos deputados. O Bloco de Esquerda, o PCP e «Os Verdes» vão apresentar três propostas que já foram aplaudidas pelo presidente da Associação Animal, mas contestadas pelo circo Chen.


Eu que sou totalmente contra o uso de animais selvagens em circos, estou totalmente ao lado dos partidos políticos que vão levar hoje este assunto ao parlamento.

Espero que não tenha de mudar, de convicções politicas a partir de hoje, eu sou social democrata, mas já mais, votaria em alguém que fechasse os olhos aos direitos dos animais.

É que aceitar este tipo de coisas, é ao meu ver eticamente incorrecto. É mais fácil eu mudar de ideologia politica do que, me vender aos horrores dos massacres que se fazem com os animais nos circos.

Praia do Magoito
















terça-feira, 5 de maio de 2009

Maratona Carlos Lopes

Já estou escrito para a Maratona Carlos Lopes, sim eu vou fazer os 45 km, mas não a correr que não tenho preparação física nem para correr 1 Km quanto mais 45 Km, vou de bicicleta que já estou habituado.

Vai ser um passeio muito agradável pois ligar os dois casinos o de Cascais e o de Lisboa é um passeio muito agradável pela marginal e depois junto ao rio Tejo.

Para quem quer também fazer este passeio ou então, participar noutras das muitas actividades está aqui o Link

É já no próximo domingo não se atrasem

Magoito - Sintra